Oração - Pai Nosso
Pai Nosso, que estais no Céu.
Santificado seja o Vosso Nome.
Venha a nós o Vosso Reino.
Seja feita a Vossa Vontade,
Assim na Terra como no Céu.
O Pão-Nosso de cada dia nos daí hoje.
Perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos a
quem nos tem ofendido
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do Mal.
Amém
Notícias
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
quinta-feira, 21 de julho de 2016
sábado, 9 de março de 2013
Atividades com o
Nome Próprio na Educação Infantil
Meu
nome é...
Atividades
para trabalhar a leitura e a escrita de nomes próprios no início da
alfabetização infantil
Por Priscila de Giovani
Realizar atividades com nomes próprios no início da alfabetização é uma boa estratégia para que as crianças comecem a refletir e conhecer sobre o funcionamento do sistema alfabético. Segundo Ferreiro e Teberosky, no livro Psicogênese da Língua Escrita, o nome próprio torna-se a primeira escrita estável dotada de significação à criança, devido à identidade promovida ao aluno com o uso do seu nome e sua relevância cultural, pois faz parte da sociedade e marca seu território, sendo fonte de satisfação. Ao elaborar boas atividades de leitura e escrita do próprio nome e dos amigos, na fase inicial da alfabetização, a criança é levada a refletir sobre diferentes aspectos do sistema alfabético, como por exemplo:
Por Priscila de Giovani
Realizar atividades com nomes próprios no início da alfabetização é uma boa estratégia para que as crianças comecem a refletir e conhecer sobre o funcionamento do sistema alfabético. Segundo Ferreiro e Teberosky, no livro Psicogênese da Língua Escrita, o nome próprio torna-se a primeira escrita estável dotada de significação à criança, devido à identidade promovida ao aluno com o uso do seu nome e sua relevância cultural, pois faz parte da sociedade e marca seu território, sendo fonte de satisfação. Ao elaborar boas atividades de leitura e escrita do próprio nome e dos amigos, na fase inicial da alfabetização, a criança é levada a refletir sobre diferentes aspectos do sistema alfabético, como por exemplo:
★ As diferenças entre as letras dos outros sinais gráficos;
★ A orientação esquerda-direita da escrita;
★ A estabilidade dos nomes em relação à quantidade de letras;
★ A escrita como significado cultural, já que identifica indivíduos e objetos;
★ A ampliação do repertório de letras;
★ A possibilidade de perceber que nomes diferentes se escrevem formas distintas;
★ A variedade e posição das letras para se escrever um nome.
Cartaz com os nomes
O nome próprio deve ser fonte de consulta para o aprendizado das letras
e recurso para a escrita de outros nomes. Uma boa prática para a sala de aula é
a seguinte: escreva os nomes dos alunos em ordem alfabética e em letra
maiúscula, em um cartaz, para que os alunos possam identificar o próprio nome e
o dos colegas, fazendo uso constante para a construção da escrita de novas
palavras. Nesse cartaz devem apenas estar escritos os nomes dos alunos e não
conter fotos, para promover reflexão constante.
No primeiro mês de aula
Além da construção do cartaz com os nomes, proponha uma sequência de
atividades com nomes próprios, como:
★ Realizar atividades de escrita do nome nos pertences das crianças e nos trabalhos propostos no dia;
★ Realizar escrita do nome no crachá;
★ Promover chamada todos os dias, pedindo para que os alunos encontrem os nomes de quem não compareceu à aula, no cartaz de nomes;
★ Pedir que encontrem o ajudante do dia no cartaz de nomes dos alunos.
O nome próprio torna-se a primeira escrita estável dotada de significação à criança, devido à identidade promovida ao aluno com o uso do seu nome, e à sua relevância cultural, pois faz parte da sociedade e marca seu território, sendo fonte de satisfação.
★ Realizar atividades de escrita do nome nos pertences das crianças e nos trabalhos propostos no dia;
★ Realizar escrita do nome no crachá;
★ Promover chamada todos os dias, pedindo para que os alunos encontrem os nomes de quem não compareceu à aula, no cartaz de nomes;
★ Pedir que encontrem o ajudante do dia no cartaz de nomes dos alunos.
O nome próprio torna-se a primeira escrita estável dotada de significação à criança, devido à identidade promovida ao aluno com o uso do seu nome, e à sua relevância cultural, pois faz parte da sociedade e marca seu território, sendo fonte de satisfação.
Fonte: Revista Guia
Prático de Educação Infantil
Atividades com o Nome Próprio para Educação Infantil
Nome Próprio
As atividades permitem aos
alunos as seguintes aprendizagens:
- Diferenciar
letras e desenhos;
- Diferenciar
letras e números;
- Diferenciar
letras, umas das outras;
- A
quantidade de letras usadas para escrever cada nome;
- Função
da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais,
registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc;
- Orientação
da escrita: da esquerda para a direita;
- Que
se escreve para resolver alguns problemas práticos;
- O
nome das letras;
- Um
amplo repertório de letras (a diversidade e a quantidade de nomes numa
mesma sala);
- Habilidades
grafo-motoras;
- Uma
fonte de consulta para escrever outras palavras.
O nome próprio tem uma característica: é fixo, sempre igual. Uma vez aprendido, mesmo o aluno com hipóteses não alfabéticas sobre a escrita não escreve seu próprio nome segundo suas suposições, mas, sim, respeitando as restrições do modelo apresentado.
Uma proposta significativa de alfabetização, aquela que visa formar leitores e escritores, e não mero decifradores do sistema, não pode pensar em atividades para nível 1, nível 2, nível 3...
- É
preciso considerar:
- Os
conhecimentos prévios dos alunos.
- O
grau de habilidade no uso do sistema alfabético.
- As
características concretas do grupo.
- As
diferenças individuais.
- Sequência
de atividades
1. Selecione situações em que se faz necessário escrever e ler nomes. Alguns exemplos:
Escrever o nome de colegas para identificar papéis, cadernos, desenhos (pedir que os alunos distribuam tentando ler os nomes).
Lista de chamada da classe.
Ler cartões com nomes para saber em que lugar cada um deve sentar; para saber, quem são os ajudantes do dia, etc.
2. Peça a leitura e interpretação de nomes escritos.
3. Prepare oralmente a escrita: discuta com as crianças, se necessário, qual o nome a ser escrito dependendo da situação. Se for para identificar material do aluno, use etiquetas; para lista de chamada use papel sulfite ou papel craft.
4. Seja bem claro nas recomendações: explicite o que deverá ser escrito, onde fazê-lo e como, que tipo de letra usar, etc 5. Peça a escrita dos nomes: com e sem modelo.
Ao final das atividades, o aluno deve:
- Reconhecer
as situações onde faz sentido utilizar nomes próprios: para etiquetar
materiais, identificar pertences, registrar a presença em sala de aula
(chamada), organizar listas de trabalho e brincadeiras, etc.
- Identificar
a escrita do próprio nome. · Escrever com e sem modelo o próprio nome.
- Ampliar
o repertório de conhecimento de letras.
- Interpretar
as escritas dos nomes dos colegas da turma.
- Utilizar
o conhecimento sobre o próprio nome e o alheio para resolver outros
problemas de escrita, tais como: quantas letras usar, quais letras, ordem
da letras etc e interpretação de escritas.
Cada tipo de atividade exige uma determinada organização:
- Atividades
de identificação das situações de uso dos nomes: trabalho com a sala toda.
- Identificação
do próprio nome: individual.
- Identificação
de outros nomes: sala toda ou pequenos grupos.
- Identificação
de situações onde se faz necessário escrever e ler nomes
Aproveite todas as situações para
problematizar a necessidade de escrever nomes.
- Situação
1- Recolhendo material: Questione os alunos como se pode fazer para que se
saiba a quem pertence cada material. Ouça as sugestões. Distribua
etiquetas para os alunos e peça que cada um escreva seu nome na sua
presença. Chame atenção para as letras usadas, a direção da escrita, a
quantidade de letras, etc.
- Situação
2 - Construindo um crachá: Questione os alunos como os professores podem
fazer para saber o nome de todos os alunos nos primeiros dias de aula.
Ajude-os a concluir sobre a função do uso de crachás. Distribua cartões
com a escrita do nome de cada um que deverá ser copiado nos crachás.
Priorize neste momento a escrita com a letra de imprensa maiúscula (mais
fácil de reprodução pelo aluno). Solicite o uso do crachá
diariamente.
- Situação
3 - Fazendo a chamada: Lance para a classe o problema: como podemos fazer
para não esquecer quem falta na aula?
- Observações:
todas essas situações e outras têm como objetivo que os alunos recorram à
escrita dos nomes como solução para problemas práticos do cotidiano.
Identificação do próprio nome
- Dê
para cada aluno um cartão com o nome do aluno.
- Apresente
uma lista com todos os nomes da classe. Escreva todos os nomes com letra
de imprensa maiúscula. Este tipo de letra é mais fácil para o aluno grafar
e os limites de uma letra (quando a criança deve contar o número de
letras) é mais observável.
- Peça
que localizem na lista da sala o próprio nome. O cartaz com essa lista
pode ser grande e ser fixado em local visível.
- Peça
para cada um montar o próprio nome, usando letras móveis (que podem ser
adquiridas ou confeccionadas). Inicialmente realize esta atividade a
partir de um modelo (crachá com o nome) e depois sem modelo, usando o
modelo para conferir a escrita produzida. Identificação de outros nomes da
classe
- Apresente uma lista com os nomes das crianças da classe.
Cada aluno poderá receber uma lista impressa ou colocar na classe uma lista grande confeccionada em papel craft. Você poderá, também, usar as duas listas: as individuais e a coletiva.
Atividade 1- Ditado
Dite um nome da lista. Cada aluno deverá encontrá-lo na lista que tem em mãos e circulá-lo. Em seguida, peça a um aluno que escreva aquele nome na lousa. Peça aos alunos que confiram se circularam o nome.
Alfabetização e Letramento
A Sugestão é construir um Alfabeto baseado em rótulos que as crianças
trazem de casa
Alfabetização deve se desenvolver em um contexto de letramento como início da aprendizagem da escrita, como desenvolvimento de habilidades de uso da leitura e da escrita nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de atitudes de caráter prático em relação a esse aprendizado; entendendo que a alfabetização e letramento, devem ter tratamento metodológico diferente e com isso alcançar o sucesso no ensino aprendizagem da língua escrita, falada e contextualizada nas nossas escolas. Letramento é informar-se através da leitura, é buscar notícias e lazer nos jornais, é interagir selecionando o que desperta interesse, divertindo-se com as histórias em quadrinhos, seguir receita de bolo, a lista de compras de casa, fazer comunicação através do recado, do bilhete, do telegrama. Letramento é ler histórias com o livro nas mãos, é emocionar-se com as histórias lidas, e fazer, dos personagens, os melhores amigos. Letramento é descobrir a si mesmo pela leitura e pela escrita, é entender quem a gente é e descobrir quem podemos ser.
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