Oração - Pai Nosso

Pai Nosso, que estais no Céu. Santificado seja o Vosso Nome. Venha a nós o Vosso Reino. Seja feita a Vossa Vontade, Assim na Terra como no Céu. O Pão-Nosso de cada dia nos daí hoje. Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Mal. Amém

Notícias

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Paulo Freire


Pedagogia da Autonomia  é uma das obras mais importantes do célebre educador Paulo Freire, sendo a última publicada em vida. Apresenta orientações a respeito da compreensão da prática docente enquanto dimensão social da formação do ser humano.
Orienta para a necessidade do educador assumir a postura vigilante contra todas as práticas de desumanização. Para isso a auto-reflexão crítica e o saber-ser da sabedoria exercitados podem ajudar a realizar a leitura crítica das reais causas da degradação humana.
Paulo Freire anuncia a solidariedade enquanto compromisso histórico de homens e mulheres, como uma das formas de luta capazes de propiciar e instaurar a ética universal do ser humano. A sensibilidade com que problematiza e conscientiza o educador aponta para a dimensão estética de sua prática.
Segundo o educador e filósofo, a educação parte de uma concepção problematizadora, na qual o conhecimento resultante é crítico e reflexivo. Nesta perspectiva, a educação é um ato político; sendo o ensino muito mais que uma profissão, que exige comprovados saberes em seu processo.
Saberes que são essenciais na prática pedagógica como a ética e a estética, a competência profissional, o respeito pelos saberes do educando e o reconhecimento da identidade cultural, rejeição de todas e quaisquer formas de discriminação, a reflexão crítica da prática pedagógica, a corporeificação, o saber dialogar e escutar, o querer bem aos educandos, ter alegria e esperança, ter liberdade e autoridade, curiosidade e consciência do inacabado.
Finalmente relata sobre a perseverança. Todo este processo de construção utópica exige uma profunda perseverança para transformar as dificuldades em um campo de possibilidades. A formação docente ao lado da reflexão sobre a prática educativa em favor da autonomia do educando é o ponto central desta obra. É necessário que o formando, desde o início de sua experiência formadora, assuma-se como sujeito também da produção do saber, criando possibilidades para a sua construção. Vivendo a autenticidade exigida pela prática de ensinar-aprender participa de uma experiência total em que a beleza deve estar de mãos dadas com a decência e a seriedade.
O educador não pode negar-se o dever, de na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, bem como sua curiosidade, sua insubmissão. Uma de suas tarefas fundamentais é trabalhar com os educandos a rigorosidade metódica com quem devem se “aproximar” do conhecimento. Aprender criticamente é possível por parte dos educandos que vão se transformando em reais sujeitos da construção e reconstrução do saber ensinado, ao lado do educador, igualmente sujeito do processo.
Percebe-se desta forma, a importância do papel do educador, o seu mérito, a vivência da certeza de que faz parte de sua tarefa docente não apenas ensinar os conteúdos, mas também ensinar a pensar certo. E uma das condições necessárias a pensar certo é de não estarmos demasiadamente certos de nossas certezas. Através do “pensar certo” pode-se intervir no mundo e conhecê-lo.
Não há ensino sem pesquisa. Pesquisa-se para conhecer o que ainda não se sabe e comunicar ou anunciar o novo. Outro saber fundamental a experiência educativa é em relação a sua natureza. Como educador é necessário compreender a clareza de sua prática e que o ato de ensinar exige comprometimento. A busca da autonomia vai se constituindo na experiência de inúmeras decisões, que vão sendo tomadas ao longo do tempo. A autonomia enquanto do ser para si é um processo, é vir a ser. Nesse sentido, a “Pedagogia da Autonomia”, tem de estar centrada em experiências estimuladoras da decisão, da responsabilidade e principalmente da liberdade.
A educação é um ato de intervenção no mundo e esta deve estar a serviço das transformações sociais.
O progresso científico e tecnológico que não responde fundamentalmente aos interesses humanos, às necessidades de nossa existência perde significação. Um avanço tecnológico que ameaça milhares de pessoas de perder seu trabalho deveria corresponder a outro avanço que estivesse a serviço do atendimento das vítimas do progresso anterior. Percebe-se então que esta é uma questão ética e política e não tecnológica.
Nesse contexto, a formação dos educadores e educadoras deve insistir na construção do saber necessário e dos fatores ideológicos, da importância do contorno ecológico, social e econômico em que vivemos.
Conclui-se que as propostas de Paulo Freire são e serão de vital importância para a sociedade em que vivemos e que os educadores formados ou em formação devem sempre estar atentos ao que se passa a sua volta, aperfeiçoando e refletindo de forma crítica sobre a importância de sua prática pedagógica, colaborando no desenvolvimento integral e saudável do educando, levando sempre em consideração a liberdade, solidariedade e ternura.

REFERÊNCIAS

FREIRE, PAULO Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 33 ed. São Paulo: Paz e terra, 1997.


Projeto Semana da Pátria



Justificativa
A comemoração da “Semana da Pátria” é indispensável em nossas escolas, pois proporciona ao professor oportunidade de:

• Formar na criança o conceito de Pátria;
• Despertar o sentimento de patriotismo;
• Formar atitude de respeito aos símbolos do Brasil;
• Desenvolver a compreensão do passado histórico e da significação da data “sete de Setembro”;

Objetivos:

- Conhecer a história do Descobrimento do Brasil;
- Compreender a razão dos festejos da Semana da Pátria;
- Reconhecer a Bandeira como símbolo da Pátria;
- Conhecer os fatos  mais importantes da História do Brasil;
- Valorizar a escola como participante de grandeza da Pátria;


Conversas e discussões sobre:

• O que é a Pátria;
• O que aconteceu no dia 7 de setembro;
• A figura de D. Pedro I;
• Os símbolos da Pátria;
• O grito da Independência;
• A vida no Brasil antes e depois da Independência;

Produção de texto:


- À vista de gravuras alusivas à data usar o tema “Eu amo minha Pátria”
- Elaboração de frases referentes à pergunta: - Por que gosto do Brasil?
- Grupos de discussão – GvxGo;
- Debates;
- Entrevistas;
- Relatórios;

Planejamento e relatórios sobre:

• O que vamos fazer na Semana da Pátria;
• Como vamos desfilar;
• O que aprendemos na Semana da Pátria.

Culminância

• Os alunos confeccionam materiais como:
·         Vídeos, danças, paródias referentes ao tema estudado que é Semana da Pátria
·         Um grupo pode ficar responsável para confeccionar chapéus ou viseiras com as cores da Bandeira do Brasil e desfilarem pelo pátio ou ruas do bairro acompanhados com fanfarra ou bandinhas.
·         Confecção da Bandeira do Brasil, cartazes, faixas, mensagens, poemas, peças teatrais...
·         Exposição “Verde-amarela” de todos os trabalhos realizados durante o projeto.
·         Alunos caracterizados.